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A primeira providência começa logo após o nascimento, com o teste do olhinho, realizado ainda na maternidade, antes do bebê receber alta, para identificar possíveis alterações oculares e evitar o agravamento de um quadro patológico.

“O teste é bem simples e a criança não sente nada. Ele serve para fazer a detecção precoce, por exemplo, de catarata congênita e tumores”, explica o oftalmologista da Unilaser Unidade Oftalmológica de Santos, Dr. Marcos Alonso Garcia, especialista em segmento anterior (miopia, hipermetropia e astigmatismo).

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), dois em cada três casos de cegueira poderiam ser evitados ou curados se o paciente tivesse passado por mais consultas oftalmológicas. “A área da oftalmologia é muito mais do que prescrever óculos para o paciente. É cuidar da visão desse paciente como um todo”, cita.

Já na infância, a criança deve ir ao oftalmologista antes do início do ciclo escolar, por volta dos cinco anos, mas em caso de queixas relacionadas à dificuldade em enxergar, a consulta deve ser imediata. Feito isso, é recomendado, ao menos, uma visita anual ao oftalmologista. E o mesmo vale para os adultos.

“Os exames de rotina são uma peneira, onde encontramos casos de glaucoma e diabetes, por exemplo. Nessas consultas periódicas nós também conseguimos fazer diagnósticos precoces”, diz o oftalmologista Dr. Celso Afonso Gonçalves, especialista em catarata, retina e vítreo da Unilaser.

Tecnologia

Os avanços tecnológicos na oftalmologia seguem a passos largos, tornando os procedimentos mais eficazes e seguros. O benefício desta evolução é uma recuperação mais rápida e com menores índices de complicação aos pacientes que realizam algum tipo de cirurgia ocular, citando como exemplo de miopia ou catarata.

“Minha avó operou a catarata na década de 70. Ela ficou duas horas e meia na mesa de cirurgia e uma semana internada no hospital. Hoje a mesma cirurgia leva minutos e o pós-operatório é de apenas algumas horas”, conta Garcia.

Por outro lado, todo esse avanço também exige a atualização profissional. “A evolução tecnológica vem sendo constante e isso nos obriga a uma atualização muito rápida, na velocidade da informação. A precisão nos cálculos cirúrgicos e a responsabilidade do médico aumentaram e quase não há mais margem para falhas”, explica Gonçalves.

(Fonte: JB)

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