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Através de uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Altino Ventura, no recife, foram analisados os bebês com suspeita de microcefalia e constatou-se que 40% dos casos de microcefalia relacionada ao zika vírus tiveram problemas anatômicos na formação dos olhos. Com isso, os medicos buscam entender o quanto essas lesões prejudicam a visão dos bebês.

Realizando multirões de atendimento, a FAV chegou ao seu terceiro multirão na última segunda-feira (11) e, desde de dezembro de 2015, foram atendisdo 79 bebês com suspeita de microcefalia. 55 exames já foram concluidos. Destes bebês, a malformação de 40 está relacionada ao zika vírus e, cerca de 40% destes bebês ,apresentaram problemas nos olhos.

De acordo com o Maurício Maia, professor de Oftamologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), é a primeira vez em que são descritas gravés lesões na visão por um grupo de pesquisas e, esse comprometimento ainda será avaliado, porém, sabe-se que essas lessões irão ocasionar a perda da visão em alguns destes pacientes. Como alteração mais comum, segundo os pesquisadores, tem-se a atrofia da retina que é semelhante a uma espécie de cicatriz, e a alteração pigmentar, que são manchas na retina. Segundo Liana Ventura, presidente da fundação, o comprometimento da estrutura celebral neurológica acomete, atmabém, o nervo ótico e as canárias da retina, tornando a visão das ciranças deficitárias.

As primeiras avaliações dos bebês se inicaram segunda-feira (11), com uma bateira de exames. Serão realizados agoras os funcionais, para que seja descoberto o grau de comprometimento da visão de cada um deles. Além disso, os especialistas querem descobrir outras consequência provocadas nos bebês pela microcefalia associada ao zika vírus.

Para saber se a audição foi comprometida, os bebês passarão ainda pelo teste da orelhina. Dentre as crianças atendidas está o Pedro, de um ano, que apresentou déficit na audição do ouvido esquerdo. Segundo a mãe dele,  a enfermeira Alexsandra Coutinho, ela teva a doenção no seu quarto mês de gestação. Em busca de um melhor acompanhamento possível para o filho ela afirmou que “Agora é cuidar, fazer todas as terapias possíveis pra ver se ele tem um desenvolvimento melhorzinho”.

Através de um balanço divulgado pela Secretária de Saúde de Pernambuco, constatou-se que,até o dia 2 de janeiro, foram notificados 1.185 casos de malformação. No Recife, líder do ranking estadual, foram diagnosticados 225 bebês com microcefalia. Em seguida vem Jaboatão dos Guararapes (74), Caruaru (43), Olinda (34), Garanhuns (27) e Goiana (26). Outros 175 municípios também notificaram casos.

Fonte: G1

 

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